Impeachment é ACEITO e Dilma Rousseff se despede

Os deputados decidiam neste domingo, em uma sessão conturbada, se a presidente Dilma Rousseff deve enfrentar um processo de impeachment ou continuar no comando de um país abalado por tensões políticas e pela recessão econômica.

Às 20H00 tinham votado 250 do total de 513 deputados da Câmara. Os partidários do impeachment tinham ampla vantagem, com 196 votos a favor e 51 contra, com três abstenções.

Esta margem pode se explicar, em parte, pela ordem que orientou o procedimento, que começou alternando estados do sul, dominados pela oposição, com os do norte, menos populosos. A maioria dos estados do nordeste, redutos do PT, se pronunciará ao final da votação.



Para os governistas, este método foi uma manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, desafeto da presidente Dilma, para dar uma impressão de apoio majoritário ao 'Sim' ao impeachment que poderia influenciar os indecisos.

"Está aberta a sessão, sob a proteção de Deus e em nome do povo brasileiro", disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ao abrir a sessão, às 14h01 de Brasília, em um clima de extrema agitação, com legisladores que, aos empurrões, gritavam "Não vai ter golpe" de um lado e "Impeachment já" do outro.

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